sexta-feira, 22 de março de 2013

Resenha: As vantagens de ser invisível

Desculpem a demora, porque entrei esse ano no Ensino Médio e confesso que ainda não me acostumei e não consegui organizar horários para estudar, postar no blog, assistir meus filmes e séries e ler. Quem é Ensino Médio já passou/passa por isso, e quem não for, espero que me entendam.
As vantagens de ser invisível, do escritor Stephen Chbosky, entrou na minha lista de livros desejados quando eu vi em alguns blogs que costumo visitar, no início dessa mês, fiz minha visita na livraria e quando já estava indo pro caixa, encontrei ele e acabei trazendo (não sei porque um livro tão bom estava escondido). Não me lembro de fato, quando tempo passei lendo, só sei que foi muito mais do que eu esperava, quando comprei pensei que leria em 3 dias (se eu estivesse de férias, leria em 1). 
Antes de contar a história do livro, vou comentar sobre os aspectos físicos. Para quem não sabe, o livro possui duas capas, uma com a capa original e a outra com a capa do filme, quando eu comprei, só tive a opção da capa do filme, mas, se eu tivesse que optar entre as duas, escolheria a do filme, na maioria das vezes, eu odeio livros com a capa do filme, mas, eu acho a capa original muito "sem graça". O livro foi publicado pela editora Rocco, é muito bem diagramado, páginas brancas (que eu não gosto muito, mas a leitura é tranquila).
A história é contada por cartas, escritas pelo protagonista, Charlie, isso foi algo legal porque eu nunca tinha lindo um livro somente com cartas, e confesso que senti vontade de responder todas as cartas dele. Charlie é um garoto sensível (e muito fofo ai ai), que escreve com naturalidade e inocência, assuntos que ele vive, compartilha sobre seu primeiro beijo, amizades, namoro, escola e assuntos polêmicos (homossexualidade, drogas, abuso, violência, suicídio e sexualidade) mas ele escreve de uma maneira leve que me impressionou. Outra coisa que eu gostei muito no livro, é porque traz muitas referências literárias, cinematográficas e musicais, e foram citadas muitas músicas que eu gosto (muitas musicas dos Beatles), e alguns livros que eu já li.
*Houve um probleminha com minha câmera e por isso, peguei fotos da Melina Souza novamente.
*Quem ai já leu? Gostou? Assistiu o filme? Beijos e bom final de semana!

sexta-feira, 8 de março de 2013

Resenha: Sorte ou Azar?

 Esse é um dos livros tranquilos que normalmente lemos em um dia, mas como voltei ás aulas, e início de bimestre é uma correria, li em 2 dias e poucas horas, praticamente 3 dias, mas enfim, é uma leitura rápida e leve. Eu optei por não ler a orelha do livro, nem a sinopse, pois, eu li em algum blog que "estraga" um pouquinho a história, como se fosse spoilers. Esse é um dos poucos livros da Meg Cabot que não fazem parte de uma série, e como eu acabei de ler um serie quero dar um "intervalo". 
A protagonista é uma menina ruiva do ensino médio chamada Jean que aparenta ter nascido azarada. Assim que ela nasceu, um raio caiu no hospital, consequentemente todos os pacientes tiveram que ser transferidos, o médico apelidou-a de Jinx, que quer dizer, "pé frio". Depois que ela novamente foi prejudicada com a sua falta de sorte, precisou mudar de cidade e morar com os seus tios ricos em New York. 
Chegando em New York, ela finalmente conhece seu novo lar, e também conhece a Petra (a aur pair alemã muito fofa), Jean vai até o caramanchão no fundo da casa para cumprimentar sua prima Tory (da mesma idade) que não via a bastante tempo, e o que era para se simples, acaba sendo totalmente diferente, afinal, não é a toa que o apelido dela é Jinx.
O livro foi publicado pela Galera Record e eu gostei da edição. A capa tem tudo a ver (sim, no livro rola "magia"), as páginas são amareladas (♥), a diagramação, fonte e espaçamento são ótimos.

E aí, alguém já leu? Gostou? O que achou? 
Beijos, e um bom final de semana!

sexta-feira, 1 de março de 2013

Apaixonada por palavras

Escrever. Escrever é o que me faz bem, é o que me move, é o que me deixa feliz. 
Escrevo. Escrevo para não morrer engasgada, engasgada com o amor, engasgada com a raiva, engasgada com os meus sentimentos. 
Sem as palavras, de nada eu seria, não me expressaria.
Não existe razão sem palavras, a escrita, as palavras movem o mundo, nos trazendo notícias, bons livros, emoção. 
Livros bons e boas palavras no trazem sorrisos, lágrimas, suspiros... verdadeiras emoções.
Esse é o verdadeiro sentido da escrita, confesso que sou uma eterna apaixonada por palavras.