sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sentirei saudades


Está chegando o fim desse ano maravilhoso que passamos juntos, está chegando a hora de você partir, viver uma nova vida, conhecer gente nova, escrever outra história. Foi o pouco o tempo que passamos juntos mas você se tornou uma das pessoas mais especiais da minha vida. Não vou saber me acostumar sem você. Não sei o que fazer sem ter você do meu lado tocando violão e cantando comigo, não sei o que fazer sem tua ligação para saber os assuntos das provas, não sei o que fazer sem seu abraço, não sei o que fazer sem suas perturbações. Não sei o que você longe do teu carinho, longe de você. 
Só quero que você não se esqueça de mim nunca, que você lembre-se sempre de mim e de todos os maravilhosos momentos que passamos juntos, quero ligar pra você e perguntar: "Ei amigo, como vão as coisas por aí?", E claro, eu vou querer ouvir a sua voz dizendo que está tudo bem. Quero que nossa amizade continue sim, não vão ser alguns quilômetros que vão nos separar, eu quero conhecer sua futura mulher, quero ir em sua formatura da faculdade, quero ir em seu casamento e no chá de bebê dos seus futuros filhos. Apesar das nossas brigas, dos nossos desentendimentos e de todos momentos ruins que passamos, eu sinto um carinho muito grande por você, os momentos ruins passaram e apenas a maioria que são os bons, ficarão aqui na minha memória. 
Ficará guardado todas as manhãs, todas as músicas, os abraços, as brigas e as pessoas que fizeram e ainda fazem parte da nossa história, e que foi que disse que amizade entre homem e mulher não existe? Nós dois somos uma prova disso. Aonde quer que eu vá, levarei você comigo, independente de tudo que aconteça em nossas vidas, conte sempre comigo para o que der e vier, obrigada por ser essa pessoa maravilhosa, que Deus te abençoe aonde você for. 

(Dedico este texto á Leonardo Vinicius, o melhor amigo que uma garota poderia ter, que vai morar tão longe de mim ano que vem.)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Valeu a pena

Não sei bem se é para sorrir ou chorar, conto os dias para a tão esperada férias, mas não quero ficar distante dos meus amigos. A maioria dos meus colegas vão sair do colégio, cada um com seu motivo. Fico naquela expectativa se irei ou não ficar de recuperação em Matemática, começo a chorar sem saber o porque. Não sei se choro por medo de ir para recuperação pela primeira vez, por descobrir que uma pessoa que passou anos me chamando de amiga, tornou-se a pessoa mais falsa do mundo, porque o menino do sorriso bonito partiu, ou porque meus amigos mudarão de cidade, de escola e me deixarão aqui com esse turbilhão de emoções. 
Vivo tudo isso com a certeza de que vale sim, a pena; vale a pena chorar por saudade antecipada por cada colega que partirá, mesmo que minha mãe diga e repita: "Chorar não adianta, vai estudar, menina!", vale a pena chorar por causa da tão odiada Matemática, tudo isso vale a pena, porque eu irei levar cada um dos meus amigos, cada uma dessas experiências vividas para qualquer lugar que eu for, eu viveria novamente tudo isso, porque eu tenho certeza que no futuro irei lembrar de todos esse sentimentos, com saudades e olhos cheios de lágrimas direi: Valeu a pena! 

(Sei que esse texto foi um dos piores que já escrevi até hoje em toda a minha vida. Porém, foi o que eu consegui produzir diante desse turbilhão de emoções. Dedico esse texto à todos colegas e professores que estão fazendo parte desse ano que foi um dos melhores em minha vida. Sei também que mereciam um texto maravilhoso, mas foi o que consegui. Um abraço, eu amo muito cada um de vocês!)

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Resenha: Fazendo meu filme 1

     
Escrito por Paula Pimenta, formada em publicidade, mas só depois descobriu que seu verdadeiro dom era escrever livros, tem 36 anos, é fã da Demi Lovato e do Justin Bieber, coleciona livros da Meg Cabot, e passa a maior parte do tempo lendo e escrevendo em um quarto cheio de pelúcia, em sua casa em Belo Horizonte, onde mora com a mãe e o irmão. O livro é escrito em primeira pessoa, a escrita da Paula é muito parecida com a escrita dos livros da Meg Cabot, ás vezes me dava a impressão que eu estava lendo um livro da Meg Cabot. Fiquei muito feliz em saber que uma escritora brasileira escreve parecido com a Meg Cabot.  Conta a história da Estefânia Castelino Belluz, a Fani, uma garota de 16 anos que mora em Belo Horizonte e de repente se vê com a chance de estudar na Inglaterra. Tímida e apaixonada por filmes, Fani conta sua história a partir de detalhes no seu dia a dia na escola, amores, dúvidas sobre o amor, sobre os estudos, e sobre a novidade de passar um ano longe dos seus amigos, pais e familiares para estudar fora do Brasil. 
Quanto aos aspectos físicos do livro, eu gostei muito da capa, é o livro da capa mais linda que tem em minha coleção, gostei da cor da capa também, afinal, é a minha cor favorita desde criança, cada capítulo é um filme favorito da Fani, e todo início de capítulo tem uma frase do filme, um aspecto que eu achei muito fofo mesmo. As folhas são brancas, e olha que eu, que sou apaixonada por livros de páginas levemente amareladas não me importei que as páginas eram brancas, a leitura me empolgou bastante e terminei o livro rapidamente, deixando um gosto de quero mais, um gosto de quero o livro 2, o 3 e o 4. Fazendo meu filme é um dos livros que com certeza, entrou na minha lista de livros favoritos! 
 Referência: PIMENTA, Paula. Fazendo meu filme 1. 9ª ed. 2012. 327p.
(Desculpa eu não ter tirado fotos do livro, eu juro que tirei fotos lindas com o livro, porém, minha câmera quebrou, então, fica para a próxima, tá? Bom feirado à todos!)

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Resenha: Diário de uma Paixão

Diário de uma Paixão, dirigido por Nick Cassavetes e escrito por Nicholas Sparks, Jan Sardi e Jeremy Leven. Nick Cassavetes, o diretor, nasceu em Nova York, filho de uma atriz e de um diretor, quando criança, apareceu em  dois filmes de seu pai, "Maridos" em 1970 e "A mulher sob influência" em 1974. Diário de uma Paixão, conta a história de Duke, um idoso internado em uma clínica geriátrica, que relativamente está bem, lê para um interna de quadro mais grave, a história de Allie Hamilton e Noah Calhoun, dois jovens. A obra nos mostra uma emocionante história de amor, nos dá uma bela lição de vida, mostra o verdadeiro amor, que, por mais tempo que possa se passar, quando o amor é verdadeiro, jamais morre. Como todos filmes, há seus lados negativos e positivos, podemos destacar como seus aspectos positivos a trilha sonora, as imagens fofas e românticas, e como aspecto negativo, são algumas cenas um pouco pesadas, e uma cena no início que dá pistas sobre o final, tirando isso, considero um filme maravilhoso e recomendo á todos vocês, amantes de bons filmes de romance ou não. Mesmo eu tendo assistido o filme eu quero muito ler o livro, está na minha wishlist a muito tempo, Diário de uma Paixão, é, sem dúvidas uma história comovente. 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Sociedade maldita

Me impressiona o ponto em que a sociedade chegou, ás vezes eu penso que não faço parte dessa sociedade, sinto-me cafona, sinto que faço parte de outro planeta. Existe bastante coisa errada nisso que chamam de sociedade. Pessoas são julgadas por uma tatuagem, pessoas são alienadas, pessoas não tem mais direito de opinião, crianças de doze anos se matando por causa de namorado, meninas de quinze dando á luz, e eu aqui, pensando aonde essa sociedade chegará. 
Li um dia em um livro que, a sociedade ainda tem solução. Discordo. Que solução essa sociedade por ter? Ninguém se move para fazer nada, políticos só fazem prometer, nenhum faz nada de fato para melhorar, para termos uma sociedade melhor. Se cada um fizesse a sua parte, poderíamos sonhar com uma sociedade melhor, mas, enquanto políticos prometerem melhorias e não cumprirem, enquanto pessoas ás pessoas julgarem ás outras por causa das aparências, não haverá solução. Sou obrigada a repetir essa frase clichê que todo mundo já anda caduco de ler e ouvir: "Estilo não define caráter". 
Ás vezes eu vejo algumas cenas e penso se faço mesmo parte desse mundo, é muito comum ver amigas "trocando" namorados umas com as outras, pessoas que juram amor eterno trezentas vezes por ano, e meninas de doze anos dizendo: "Minha vida não tem mais sentido" "Sua vida não tem mais sentido porque, fofa? Sua Barbie fugiu de pônei?" É claro e evidente que essa criança não responderá isso, vai dizer que é por causa um menino, outra criança, que deveria estar estudando e brincando, mas está em festas "pegando" (como eles dizem) dez ou mais meninas em uma noite e se achando o incrível, não sou adulta para usar o termo "na minha época", mas, a algum tempo atrás, quando eu era menor, um menino de doze anos era o incrível se soubesse desenhar, bom, mas hoje não é bem assim. 
Enfim, era esse o meu recado para essa maldita sociedade de hoje em dia, estou terminando esse texto, mas, ainda penso que não faço parte desse mundo, ainda penso que sou careta, e ainda penso que não existe mais solução para essa sociedade maldita. 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Resenha: Cartas para Julieta


Dirigido por Gary Winick, Cartas para Julieta (E se você tivesse uma segunda chance para encontrar seu verdadeiro amor?), escrito por José Rivea e Tim Sallivam. O diretor, Gary Winick, nascido em 31 de Março de 1961, e faleceu em 27 de Fevereiro de 2011 foi um cineasta e produtor norte-americano que dirigiu filmes como “Tadpole”, “13 going 30” e “Cartas para Julieta”. Cartas para Julieta conta a história de Sophie, que viaja com seu noivo, o Victor, para Verona, palco da história clássica de Romeu e Julieta, para uma lua de mel antes do casamento, só que Victor, está mais interessado com os preparativos para o seu futuro restaurante.
Enquanto Sophie se distrai com um grupo de mulheres que responde cartas endereçadas a Julieta, procurando conselhos amorosos. Enquanto ela ajuda esse grupo, ela encontra uma carta escrita à 50 anos atrás, de uma senhora, a Claire. Então, ela resolve responder essa carta e começa a viver uma série de aventuras. A obra retrata que nunca é tarde demais para se encontrar o verdadeiro amor, mesmo sendo um pouco clichê, a história é linda e serve de incentiva ás pessoas não desistirem nunca do amor.
Filme romântico e objetivo, com a faixa indicativa não recomendável para menores de 14 anos, como todos os outros filmes, possuem seus aspectos negativos e positivos. Um dos seus pontos positivos são as lindas paisagens da Verona, que só de assistir, dá uma enorme vontade de largar tudo e viajar para um lugar tão encantador, um lugar tão romântico, perfeito para fotografar e curtir à dois;  as cenas de amor também são muito encantadoras, pode ser até clichê, porém, gosto muito de filmes românticos e “melosos”. Os aspectos negativos, são,  algumas cenas serem muitos descritas, e, por meio dessas cenas eu pude captar o final do filme, e isso perde a graça, realmente.
Enfim, apesar de todas esses aspectos, e por ser um tanto clichê, eu gostei muito, a história é realmente bem escrita, e acho que qualquer pessoa adoraria viver um das duas histórias de amor que o filme conta,  recomendo á pessoas de todas as idades e principalmente aqueles apreciadores de um bom romance.
Referência: Gary Winick. Cartas para Julieta. 105 min. 2010.
(Minha professora de Redação passou para minha turma esse filme, e nos orientou a fazer essa resenha, e uma referência, porém não sei se a referência está correta, só saberei quando ela corrigir, Bom feriado à todos, um abraço.)