sábado, 22 de outubro de 2011

Devolva-me


Bem que eu te avisei que mais cartas minhas para você, chegariam, pois é, estou dando início a mais uma. E porque, sabe, eu tenho tanta coisa para te falar, mas não são palavras que se dizem costumeiramente, são dessas coisas difícies de serem faladas, e que geralmente ficam caladas, porque ainda não sei como irei te dizer, nem como você irá ouvir, nem milhares de cartas poderiam descrever.
Estou escrevendo para te dizer, que Terça-Feira senti tua falta, falta dos seus gestos, dos seus sorrisos, da sua voz, de tu em você. Ficar sem sua presença, nem que saiba por um dia, me deixa mal, tão mal, menino... Da próxima vez, apareça, menino, minha Terça-Feira foi uma droga sem ti, meu menino...
Um dia sem ti dói, oh menino, porque você levou meu coração? Já não sei mais o que é sorrir, não sei mais o que é se sentir bem, oh meu menino, devolva-me meu coração, ele está em suas mãos, você pode fazer o que quiser com ele, se não podes me fazer feliz da maneira que eu quero, me faça feliz de outra maneira: devolvendo o melhor de mim, a coisa mais bela que alguém pode oferecer a outra pessoa, o coração. Por favor, devolva-me!

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